quarta-feira, 23 de abril de 2008

TEORIA DA INFORMAÇÃO
(Ciências da Linguagem)

Desenvolvida em 1948 por Claude Shannon. A necessidade de uma base teórica para a tecnologia da comunicação surgiu do aumento da complexidade e da massificação dos meios de comunicação, tais como o telefone, as redes de teletipo e os sistemas de comunicação por rádio.

Ela abrange todas as formas de transmissão e armazenamento de informação, incluindo a televisão e os impulsos elétricos que se transmitem nos computadores e na gravação óptica de dados e imagens.

Está relacionada com as leis matemáticas que regem a transmissão e o processamento da informação. Ocupa-se da medição da informação, da representação desta (por exemplo, sua codificação) e da capacidade dos sistemas de comunicação para transmiti-la e processá-la.

A codificação pode se referir tanto à transformação de voz ou de imagem em sinais eletromagnéticos, como à cifração de mensagens escritas.

A Teoria da Informação foi desenvolvida num ambiente de engenharia e serve para solucionar problemas técnicos de telecomunicação relativos à transmissão de informação. Sua maior preocupação é transmitir informação o mais economicamente possível.

•Informação é a organização do caos.
•É o caminho inverso da tendência natural para a desorganização, que é o princípio da entropia.
•Informação é a redução da previsibilidade.
•Quanto maior a taxa de novidade de uma mensagem, maior seu valor informativo.
•Informação equivale à redução de incerteza.

ENTROPIA:
  • Medida da desordem de um sistema físico e, portanto, de sua proximidade do equilíbrio térmico.
  • Medida da perda de energia num determinado sistema.

REDUNDÂNCIA:

  • Excesso de sinais sobre o estritamente necessário para a transmissão de uma dada quantidade de informação.
  • Sua forma mais simples e óbvia é a repetição (tanto com os mesmos signos quanto com outros).

O conceito de redundância é uma comparação entre o código real e o código ideal no que diz respeito à economia de meios de transmissão.
O código ideal é de economia máxima.
O código real terá uma eficiência avaliada por um percentual em relação ao código ideal.
A diferença de eficiência entre o código real e o ideal é o que chamamos de redundância do código.

Quando se afirma que um código tem redundância de 55%, significa que seu desempenho no tocante à economia de transmissão é de apenas 45% do máximo teórico, que só se alcança com um código ideal.

Ruído: é a diferença entre a quantidade de informação emitida e a recebida.

Informação Subjetiva: Segundo Shanon, a informação subjetiva de uma seqüência de signos depende do estado de espírito do receptor, das circunstâncias, do seu comando da linguagem e da sua situação quando recebe a mensagem.

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